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<title>FazendaWeb l Tudo sobre o Agro</title>
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<description>Notícias do agronegócio, classificados agrícolas, empresas do Agro e marktplace rural. Tudo em um só portal: FazendaWeb</description>
<language>pt-br</language>
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<title>Mercado de máquinas dá sinais de reação</title>
<link>https://www.fazendaweb.com.br/noticia/mercado-de-maquinas-da-sinais-de-reacao</link>
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<description>As projeções indicam recuperação gradual</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p><span>O comércio internacional de máquinas agrícolas mantém relevância estratégica mesmo em cenários de instabilidade econômica, com fluxos comerciais influenciados por fatores internos e externos dos mercados envolvidos, tema que ganha destaque na feira EIMA International.</span></p>
<p>Em 2025, o intercâmbio entre Itália e Turquia no setor alcançou cerca de 500 milhões de euros, mantendo o país euroasiático como um dos principais parceiros comerciais. As importações italianas de máquinas agrícolas turcas cresceram 19% no período de doze meses, superando 210 milhões de euros, enquanto as exportações italianas somaram aproximadamente 230 milhões de euros, com recuo de 20% em relação ao ano anterior, mas ainda acima dos níveis pré-pandemia .</p>
<p>A retração nas vendas está associada à queda do mercado interno turco, que registrou redução expressiva, especialmente no segmento de tratores, impactado por inflação, dificuldades de crédito e incertezas econômicas globais. Apesar disso, a cooperação técnica e comercial entre os dois países permanece sólida, com fabricantes italianos liderando o fornecimento ao mercado turco.</p>
<p>As projeções indicam recuperação gradual. Após uma contração estimada em 5,6% no curto prazo, as importações turcas de máquinas agrícolas devem voltar a crescer entre 2027 e 2029, com média anual de 2,3%. Nesse contexto, a feira internacional do setor, realizada em Bolonha, é apontada como um instrumento para fortalecer relações comerciais e impulsionar a inovação tecnológica.</p>
<p>A expectativa é de ampla participação internacional, incluindo presença significativa de visitantes e empresas turcas, além de uma programação voltada a tendências econômicas, avanços tecnológicos e estratégias para ampliar a mecanização agrícola em diferentes regiões.</p>]]></content:encoded>
<category>Mercado Agro</category>
<dc:creator>PORTAL FAZENDAWEB</dc:creator>
<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:40:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Safra 26/27 entra em alerta com disparada de custos</title>
<link>https://www.fazendaweb.com.br/noticia/safra-26-27-entra-em-alerta-com-disparada-de-custos</link>
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<description>As estimativas consideram alguma acomodação nos preços</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p><span>O avanço das tensões no Oriente Médio passou a influenciar diretamente o planejamento da próxima safra brasileira, ainda em fase de definição de custos e estratégias produtivas. Segundo a Veeries, o cenário internacional já se consolidou como um fator estrutural para a temporada 2026/27, independentemente da duração de um eventual cessar-fogo anunciado recentemente.</span></p>
<p>Em pouco mais de um mês, os preços dos insumos, especialmente fertilizantes, registraram alta significativa em todas as culturas. Esse movimento tem levado produtores a revisar planos de plantio, com tendência de redução de área e maior cautela nas decisões. O ambiente de incerteza interrompe o ritmo de comercialização e reforça a postura de espera no campo.</p>
<p>As avaliações foram apresentadas no Market Update Grãos de abril, divulgado aos clientes da consultoria, enquanto os impactos sobre as compras de insumos aparecem no relatório Farmer Purchases, também de divulgação mensal. Os dados indicam que a elevação de custos já afeta diretamente o desenho da próxima safra.</p>
<p>A soja, por apresentar maior resiliência à redução no uso de fertilizantes, deve registrar a menor expansão de área em duas décadas. Ainda assim, o crescimento será limitado. Outras culturas tendem a enfrentar retração mais intensa, com projeções de queda relevante para trigo, arroz e algodão.</p>
<p>As estimativas consideram alguma acomodação nos preços dos insumos ao longo dos próximos meses. No entanto, a continuidade do conflito e possíveis instabilidades em rotas estratégicas de abastecimento podem ampliar as perdas de área. Com margens já pressionadas, o produtor brasileiro enfrenta dificuldades para absorver novos aumentos de custos, o que reforça o cenário de cautela para a safra 26/27.</p>]]></content:encoded>
<category>Mercado Agro</category>
<dc:creator>PORTAL FAZENDAWEB</dc:creator>
<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:33:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>CNA quer ajustes no sistema de royalties da soja no Brasil</title>
<link>https://www.fazendaweb.com.br/noticia/cna-quer-ajustes-no-sistema-de-royalties-da-soja-no-brasil</link>
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<description>CNA cobra mais transparência e segurança no modelo de royalties da soja</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p><span>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) defendeu ajustes no atual modelo de royalties no país e apontou problemas operacionais que impactam os produtores rurais, durante audiência pública realizada na quarta (8), na Câmara dos Deputados.</span></p>
<p>O assessor técnico da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Tiago Pereira, ressaltou que o tema é relevante para a entidade, uma vez que não tem causado problemas pontuais de operacionalização do sistema, mas sim de alcance nacional.</p>
<p>“A CNA não é contra à inovação, nem às biotecnologias ou à existência de royalties. Na verdade, sempre defendemos o direito do produtor ao uso próprio de sementes salvas, por ser um princípio garantido na legislação brasileira. O problema é que hoje existe insegurança na aplicação desse direito”, disse. </p>
<p>Em sua fala, Tiago afirmou que a Confederação criou um Grupo de Trabalho para discutir o tema, após o aumento dos relatos dos produtores de soja, principalmente do Rio Grande do Sul, sobre o funcionamento do atual modelo e a falta de transparência, segurança jurídica, previsibilidade e equilíbrio contratual.</p>
<p>“O sistema não é amigável e não fala a linguagem do produtor. As informações não são de livre acesso e se uma entidade, como a CNA, quiser ver o sistema não consegue e isso é muito grave. Só cumprimos o nosso papel se a informação for acessível, compreensível e se for usada de forma prática”, explicou.</p>
<p>Durante a audiência, o assessor técnico também destacou que produtores familiares, mesmo não utilizando a soja com tecnologia validada, estão sendo obrigados a comprovar que plantam cultivares convencionais. “Nesse caso, o ônus da prova tem recaído ao produtor”.</p>
<p>Outro ponto que traz preocupação à CNA é o sistema de cobrança e o deságio de preço.  Tiago Pereira esclareceu que no caso do produtor que entrega soja com biotecnologia, o deságio é aplicado já no momento da entrega, reduzindo o valor do produto. A soja que valeria R$ 100, por exemplo, acaba valendo 7,5% a menos. “O modelo tem sido confundido com de desconto comercial de deságio no preço da soja”.</p>
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</div>
<p>Por fim, o representante da Confederação reiterou que a entidade não nega a biotecnologia, mas defende a necessidade de restabelecimento da transparência, previsibilidade, proporcionalidade e segurança jurídica.</p>
<p>“O produtor não pode assumir integralmente um ônus de um modelo que ele não desenvolveu e não participou da construção. Toda questão de controle e rastreabilidade recai sobre ele”.</p>
<p>O superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) do Rio Grande do Sul, Eduardo Condorelli, também participou da audiência pública.</p>]]></content:encoded>
<category>Notícias Agrícolas</category>
<dc:creator>PORTAL FAZENDAWEB</dc:creator>
<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 20:29:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Brasil amplia exportação de proteína animal para Etiópia</title>
<link>https://www.fazendaweb.com.br/noticia/brasil-amplia-exportacao-de-proteina-animal-para-etiopia</link>
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<description>Com o anúncio, o agronegócio brasileiro soma 574 aberturas de mercado desde o início de 2023. Segundo o governo, “o resultado amplia o acesso de produtos agropecuários brasileiros a novos destinos no comércio internacional”. O avanço nas negociações foi conduzido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro concluiu negociações com a Etiópia que permitirão a exportação de diversos produtos do segmento de proteína animal.</p>
<p>Os novos mercados incluem carne bovina, suína e de aves, além de produtos cárneos e miúdos, alimentos para animais de companhia, produtos lácteos, pescado extrativo e de cultivo, produtos para alimentação animal de origem não animal, palatabilizantes utilizados em rações, alevinos, ovos férteis, bovinos vivos para abate, engorda e reprodução, sêmen e embriões de caprinos e ovinos e pintos de um dia. Segundo o governo brasileiro, “os novos mercados abrangem diferentes produtos ligados à cadeia de proteína animal e insumos utilizados na produção pecuária”.</p>
<p><span>A abertura amplia a presença do agronegócio brasileiro no mercado do Chifre da África e reforça as relações agropecuárias entre os dois países. De acordo com o governo, “a iniciativa fortalece o relacionamento bilateral no setor agropecuário com a Etiópia, onde foi estabelecida adidância agrícola em 2025”.</span></p>
<p><span>Com o anúncio, o agronegócio brasileiro soma 574 aberturas de mercado desde o início de 2023. Segundo o governo, “o resultado amplia o acesso de produtos agropecuários brasileiros a novos destinos no comércio internacional”. O avanço nas negociações foi conduzido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores.</span></p>]]></content:encoded>
<category>Mercado Agro</category>
<dc:creator>PORTAL FAZENDAWEB</dc:creator>
<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 16:42:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Brasil abre mercados no Peru e nas Filipinas</title>
<link>https://www.fazendaweb.com.br/noticia/brasil-abre-mercados-no-peru-e-nas-filipinas</link>
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<description>Novas exportações do agro chegam a dois países</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p><span>O governo do Brasil concluiu negociações que permitirão a exportação de novos produtos agropecuários para o Peru e para as Filipinas. No caso do Peru, a abertura contempla sementes de pimenta da espécie Capsicum baccatum, que inclui variedades conhecidas e consumidas, como dedo-de-moça e cambuci, além de tipos utilizados na produção de pimenta calabresa. Em 2025, o Peru importou mais de US$ 729 milhões em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para produtos florestais, carnes, complexo soja, cereais, farinhas e preparações.</span></p>
<p>Já no caso das Filipinas, a abertura de mercado envolve os chamados dry distillers grains (DDG) de milho, coproduto obtido no processamento do cereal para a produção de etanol. O produto é utilizado na alimentação animal, principalmente em formulações destinadas a bovinos, suínos, aves e outros rebanhos. Com cerca de 112 milhões de habitantes, o país asiático importou mais de US$ 1,8 bilhão em produtos agropecuários brasileiros em 2025.</p>
<p>Com esses anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 557 aberturas de mercado desde o início de 2023.</p>
<p>Segundo o governo brasileiro, os resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária e do Ministério das Relações Exteriores.</p>
<p>O governo do Brasil concluiu negociações que permitirão a exportação de novos produtos agropecuários para o Peru e para as Filipinas.</p>
<p>No caso do Peru, a abertura contempla sementes de pimenta da espécie Capsicum baccatum, incluindo variedades como dedo-de-moça e cambuci, além de tipos utilizados na produção de pimenta calabresa. Em 2025, o país sul-americano importou mais de US$ 729 milhões em produtos agropecuários brasileiros, entre eles produtos florestais, carnes, complexo<span> </span>soja, cereais, farinhas e preparações.</p>
<p>Já nas Filipinas, a abertura de mercado envolve os dry distillers grains (DDG) de milho, coproduto obtido durante o processamento do cereal para a produção de etanol. O produto é utilizado na alimentação animal, principalmente em formulações destinadas a bovinos, suínos e aves. Com cerca de 112 milhões de habitantes, o país asiático importou mais de US$ 1,8 bilhão em produtos agropecuários brasileiros em 2025.</p>
<p>Com esses anúncios, o agronegócio brasileiro soma 557 aberturas de mercado desde o início de 2023. Os resultados, segundo o governo, são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).</p>]]></content:encoded>
<category>Mercado Agro</category>
<dc:creator>PORTAL FAZENDAWEB</dc:creator>
<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 19:34:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Balança comercial tem superávit de US$ 6,4 bilhões</title>
<link>https://www.fazendaweb.com.br/noticia/balanca-comercial-tem-superavit-de-us-6-4-bilhoes</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.fazendaweb.com.br/noticia/balanca-comercial-tem-superavit-de-us-6-4-bilhoes</guid>
<description>Comércio exterior soma US$ 56,8 bilhões em março</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os dados da Balança Comercial mostram que, em março de 2026, o Brasil registrou exportações de US$ 31,6 bilhões e importações de US$ 25,2 bilhões. O resultado gerou superávit de US$ 6,4 bilhões e corrente de comércio de US$ 56,8 bilhões.</p>
<p>No acumulado de janeiro a março de 2026, as exportações somaram US$ 82,3 bilhões e as importações alcançaram US$ 68,2 bilhões. O saldo positivo foi de US$ 14,2 bilhões, enquanto a corrente de comércio atingiu US$ 150,5 bilhões. Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (7) pela Secretaria de Comércio Exterior, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.</p>
<p>Na comparação entre março de 2026 e março de 2025, quando as exportações haviam somado US$ 28,73 bilhões, houve crescimento de 10,0%. As importações também avançaram no período, passando de US$ 20,99 bilhões para US$ 25,2 bilhões, alta de 20,1%. Com esse desempenho, a corrente de comércio de março de 2026 alcançou US$ 56,8 bilhões, com superávit de US$ 6,4 bilhões. Em relação ao mesmo mês de 2025, a corrente de comércio registrou crescimento de 14,3%.</p>
<p>No acumulado de janeiro a março, as exportações passaram de US$ 76,88 bilhões em 2025 para US$ 82,34 bilhões em 2026, avanço de 7,1%. No mesmo intervalo, as importações cresceram 1,3%, passando de US$ 67,27 bilhões para US$ 68,16 bilhões. Com isso, a corrente de comércio totalizou US$ 150,5 bilhões no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 4,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Na análise por setores, as exportações de março de 2026 registraram crescimento de US$ 0,09 bilhão na agropecuária, alta de 1,1%; avanço de US$ 1,96 bilhão na indústria extrativa, aumento de 36,4%; e expansão de US$ 0,81 bilhão na indústria de transformação, crescimento de 5,4%. No acumulado de janeiro a março de 2026, as exportações cresceram US$ 0,4 bilhão na agropecuária, alta de 2,4%; US$ 3,83 bilhões na indústria extrativa, aumento de 22,6%; e US$ 1,18 bilhão na indústria de transformação, crescimento de 2,8%.</p>
<p>No caso das importações, em março de 2026 houve aumento de US$ 4,02 bilhões na indústria de transformação, alta de 20,8%, e de US$ 0,23 bilhão na indústria extrativa, crescimento de 24,1%, enquanto a agropecuária registrou queda de US$ 0,06 bilhão, retração de 10,2%. No acumulado de janeiro a março de 2026, as importações da indústria de transformação cresceram US$ 1,41 bilhão, alta de 2,3%. Já a agropecuária registrou queda de US$ 0,34 bilhão, retração de 19,9%, e a indústria extrativa recuou US$ 0,22 bilhão, queda de 7,4%.</p>
<p>Nas exportações de março de 2026, a agropecuária somou US$ 8,26 bilhões, a indústria extrativa alcançou US$ 7,36 bilhões e a indústria de transformação totalizou US$ 15,82 bilhões, resultado que contribuiu para o aumento das vendas externas no período.</p>
<p>Entre os produtos que impulsionaram as exportações estão animais vivos, soja e algodão em bruto na agropecuária; outros minerais em bruto, minérios de metais de base e óleos brutos de petróleo na indústria extrativa; além de carne bovina, óleos combustíveis e ouro não monetário na indústria de transformação. Por outro lado, alguns produtos registraram retração nas vendas externas, entre eles mel natural, café não torrado e sementes oleaginosas na agropecuária; minério de ferro, minérios de níquel e minérios de alumínio na indústria extrativa; e açúcares e melaços, celulose e válvulas e dispositivos industriais na indústria de transformação.</p>
<p>No acumulado de janeiro a março de 2026, a agropecuária exportou US$ 17,21 bilhões, a indústria extrativa somou US$ 20,82 bilhões e a indústria de transformação atingiu US$ 43,86 bilhões, resultado que contribuiu para a expansão das exportações totais. O avanço foi influenciado principalmente pelas vendas de animais vivos,<span> </span><a href="https://www.agrolink.com.br/culturas/milho?utm_source=agrolink-detalhe-noticiaeutm_medium=detalhe-noticiaeutm_campaign=links-internos" target="_blank" rel="noopener">milho</a><span> </span>e<span> </span><a href="https://www.agrolink.com.br/culturas/soja?utm_source=agrolink-detalhe-noticiaeutm_medium=detalhe-noticiaeutm_campaign=links-internos" target="_blank" rel="noopener">soja</a><span> </span>na agropecuária; minério de<span> </span><a href="https://www.agrolink.com.br/fertilizantes/nutrientes/ferro---tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-este-adubo_467530.html?utm_source=agrolink-detalhe-noticiaeutm_medium=detalhe-noticiaeutm_campaign=links-internos" target="_blank" rel="noopener">Ferro</a>, minérios de<span> </span><a href="https://www.agrolink.com.br/fertilizantes/nutrientes/cobre---tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-este-adubo_468470.html?utm_source=agrolink-detalhe-noticiaeutm_medium=detalhe-noticiaeutm_campaign=links-internos" target="_blank" rel="noopener">Cobre</a><span> </span>e petróleo bruto na indústria extrativa; e carne bovina, aeronaves e ouro não monetário na indústria de transformação. Apesar do crescimento geral das exportações, alguns produtos apresentaram queda no período, como<span> </span><a href="https://www.agrolink.com.br/culturas/trigo/?utm_source=agrolink-detalhe-noticiaeutm_medium=detalhe-noticiaeutm_campaign=links-internos" target="_blank" rel="noopener">trigo</a><span> </span>e centeio, café não torrado e<span> </span><a href="https://www.agrolink.com.br/culturas/algodao/" target="_blank" rel="noopener">algodão</a><span> </span>em bruto na agropecuária; pirites de Ferro, minérios de<span> </span><a href="https://www.agrolink.com.br/fertilizantes/nutrientes/aluminio-nas-plantas---tudo-o-que-voce-precisa-saber_470213.html" target="_blank" rel="noopener">alumínio</a><span> </span>e carvão na indústria extrativa; e sucos de frutas, açúcares e alumina na indústria de transformação.</p>
<p>Nas importações de março de 2026, a agropecuária somou US$ 0,52 bilhão, a indústria extrativa registrou US$ 1,17 bilhão e a indústria de transformação alcançou US$ 23,35 bilhões, resultado que contribuiu para o crescimento das compras externas no mês.</p>
<p>O aumento das importações foi influenciado pela ampliação das compras de pescado, frutas e soja na agropecuária; minérios de metais de base, carvão e petróleo bruto na indústria extrativa; e medicamentos, fertilizantes e veículos automóveis na indústria de transformação. Mesmo com o crescimento das importações, alguns produtos registraram queda nas compras externas, como trigo, milho e cacau na agropecuária; além de produtos laminados de aço, caldeiras e motores e máquinas industriais na indústria de transformação.</p>
<p>No acumulado de janeiro a março de 2026, a agropecuária importou US$ 1,38 bilhão, a indústria extrativa somou US$ 2,77 bilhões e a indústria de transformação alcançou US$ 63,54 bilhões. O crescimento das importações no período foi influenciado pelas compras de pescado, frutas e soja na agropecuária; pedra, areia e cascalho, minérios de metais de base e carvão na indústria extrativa; e medicamentos, fertilizantes e veículos automóveis na indústria de transformação.</p>
<p>Por outro lado, houve redução nas importações de trigo e centeio, cacau e borracha natural na agropecuária; outros minerais em bruto, petróleo bruto e gás natural na indústria extrativa; além de propano e butano liquefeito, motores e máquinas industriais e plataformas e embarcações na indústria de transformação.</p>
<p>Entre os principais parceiros comerciais, a relação com a Argentina registrou queda de 5,9% nas exportações brasileiras em março de 2026, que somaram US$ 1,47 bilhão. As importações cresceram 13,1%, alcançando US$ 1,13 bilhão, resultando em superávit de US$ 0,34 bilhão e corrente de comércio de US$ 2,60 bilhões. No acumulado de janeiro a março de 2026, as exportações para a Argentina somaram US$ 3,45 bilhões, queda de 18,1%, enquanto as importações alcançaram US$ 2,74 bilhões, recuo de 6,5%. O saldo comercial foi positivo em US$ 0,70 bilhão e a corrente de comércio totalizou US$ 6,19 bilhões.</p>
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</div>
<p></p>
<p>Com a China, as exportações brasileiras cresceram 17,8% em março de 2026 e chegaram a US$ 10,49 bilhões. As importações aumentaram 32,9%, atingindo US$ 6,66 bilhões, resultando em superávit de US$ 3,83 bilhões e corrente de comércio de US$ 17,15 bilhões. No acumulado de janeiro a março de 2026, as exportações para a China somaram US$ 23,89 bilhões, crescimento de 21,7%, enquanto as importações totalizaram US$ 17,91 bilhões, queda de 6,0%. O saldo comercial foi positivo em US$ 5,98 bilhões e a corrente de comércio chegou a US$ 41,80 bilhões.</p>
<p>Já nas relações com os Estados Unidos, as exportações brasileiras em março de 2026 recuaram 9,1%, para US$ 2,89 bilhões, enquanto as importações caíram 6,3%, somando US$ 3,31 bilhões. O resultado foi déficit de US$ 0,42 bilhão e corrente de comércio de US$ 6,21 bilhões. No acumulado de janeiro a março, as exportações para os Estados Unidos atingiram US$ 7,78 bilhões, queda de 18,7%, e as importações totalizaram US$ 9,17 bilhões, recuo de 11,1%, resultando em déficit de US$ 1,39 bilhão e corrente de comércio de US$ 16,95 bilhões.</p>
<p>Nas relações com a União Europeia, as exportações brasileiras em março de 2026 somaram US$ 4,11 bilhões, crescimento de 7,3%, enquanto as importações chegaram a US$ 4,69 bilhões, alta de 14,9%. O saldo foi deficitário em US$ 0,58 bilhão e a corrente de comércio totalizou US$ 8,80 bilhões. No acumulado de janeiro a março de 2026, as exportações para a União Europeia alcançaram US$ 12,23 bilhões, avanço de 9,7%, e as importações somaram US$ 11,61 bilhões, queda de 2,2%. O resultado foi superávit de US$ 0,62 bilhão e corrente de comércio de US$ 23,84 bilhões.</p>
<p></p>]]></content:encoded>
<category>Economia </category>
<dc:creator>PORTAL FAZENDAWEB</dc:creator>
<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 19:26:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>China pode atingir cota de carne bovina em 2026, aponta MB Agro</title>
<link>https://www.fazendaweb.com.br/noticia/china-pode-atingir-cota-de-carne-bovina-em-julho-aponta-mb-agro</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.fazendaweb.com.br/noticia/china-pode-atingir-cota-de-carne-bovina-em-julho-aponta-mb-agro</guid>
<description>Limite anual de compras pode desacelerar embarques no meio do ano, mas demanda chinesa tende a voltar com força no fim de 2026</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p><span>A cota anual de importação de carne bovina da China pode ser atingida em julho e provocar uma desaceleração temporária nas exportações brasileiras para o país asiático. Segundo o economista e sócio-diretor da MB Agro, Alexandre Mendonça de Barros, o volume vendido para a China é grande demais para ser redirecionado rapidamente a outros destinos e poderia gerar volatilidade nos preços.</span></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Ao mesmo tempo, o economista avalia que o sistema de cotas tende a provocar um movimento oposto no final do ano, quando importadores chineses podem acelerar negociações e antecipar contratos para garantir carne assim que a nova janela de compras for aberta.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">“Esse movimento que poderia pressionar novamente os preços no mercado internacional", informou em um evento em Pedra Petra (MT), o 12º Simpósio Nutripura.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">A China se tornou o principal destino da carne bovina brasileira, e atualmente, exerce influência direta sobre o comportamento do mercado global.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">“O crescimento da demanda chinesa nas últimas duas décadas mudou completamente a estrutura do comércio internacional de carne”, destacou o economista.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Segundo o levantamento da Secex (Secretária de Comércio Exterior), o Brasil chegou a exportar cerca de 1,7 milhão tonelada de carne bovina para a China no ano passado. No entanto, o governo chinês trabalha com uma cota anual próxima de 1,1 milhão de tonelada.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">“Caso esse limite seja efetivamente aplicado, o volume embarcado para o país asiático pode cair entre 500 mil a 600 mil toneladas em relação ao ritmo recente de exportações”, destacou Mendonça.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">O economista destaca que o número chama atenção porque representa um volume expressivo dentro da estrutura de exportações brasileiras.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Em janeiro deste ano, o Brasil foi responsável por exportar cerca de 120 mil toneladas de carne para o país asiático.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">O presidente da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), Roberto Perosa, destacou que os avanços nos embarques de carne bovina reforçam a necessidade de o governo federal adotar um sistema de controle das exportações destinadas à China.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Segundo ele, a ausência de um mecanismo oficial pode provocar desorganização na cadeia pecuária brasileira ainda no segundo semestre deste ano.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Ao mesmo tempo, o economista destaca que a produção brasileira de carne bovina também deve recuar neste ano em magnitude semelhante. A projeção da MB Agro aponta para uma queda entre 500 mil a 600 mil toneladas na produção nacional de carne bovina.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">“Na prática, isso significa que uma eventual redução nas vendas para a China poderia ser parcialmente compensada pela menor oferta interna de carne”, destacou Mendonça.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Outro elemento que entra nessa conta é um volume próximo de 300 mil toneladas de carne produzidas no ano passado que ainda aguardam entrada no mercado chinês. “Existe debate sobre se esse produto será contabilizado dentro da cota anual ou fora dela”, reportou.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Apesar desse risco pontual, o Mendonça destaca que o Brasil mantém uma vantagem competitiva importante no comércio global. “A arroba brasileira segue entre as mais baratas do mundo quando convertida em dólar, o que mantém o país competitivo mesmo diante de eventuais ajustes nas compras chinesas”, disse.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Ainda assim, o economista ressalta que a China continuará sendo o principal fator de influência sobre o desempenho das exportações brasileiras de carne bovina nos próximos anos.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Diante do cenário, a expectativa do setor é que o Gecex (Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior) coloque em votação na reunião marcada para a próxima quinta feira (26), a proposta de criação de um sistema estatal de controle para os embarques destinados à cota chinesa.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"></p>]]></content:encoded>
<category>Mercado Agro</category>
<dc:creator>PORTAL FAZENDAWEB</dc:creator>
<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 12:55:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Valor Bruto da Produção da agropecuária pode cair 4,8% em 2026</title>
<link>https://www.fazendaweb.com.br/noticia/valor-bruto-da-producao-da-agropecuaria-pode-cair-4-8-em-2026</link>
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<description>Projeção aponta queda no VBP devido à baixa nos preços e produção</description>
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<content:encoded><![CDATA[<article id="noticia-detalhe" class="hfeed hentry" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Article">
<div class="block-section-main block-section-main-pages block-news-main">
<div class="section-description section-description-noticias mt-3">
<p>O Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária brasileira deve alcançar R$ 1,39 trilhão em 2026, o que representa uma queda de 4,8% em relação ao ano anterior. A projeção é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil e reflete, principalmente, a redução dos preços reais, além de variações na produção.</p>
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<p>Segundo a entidade, o desempenho da agricultura deve puxar o recuo. O faturamento estimado para o segmento é de R$ 903,5 bilhões, redução de 5,9% na comparação com 2025. A<span> </span>soja, principal cultura do VBP agrícola, deve registrar leve queda de 0,5% no faturamento, mesmo com aumento de 3,71% na produção.</p>
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<p>No caso do<span> </span>milho, a previsão é de retração mais acentuada. O VBP do grão deve cair 6,9%, influenciado pela redução de 4,9% nos preços e de 2,05% na produção. A<span> </span>cana-de-açúcar<span> </span>também deve apresentar queda no faturamento, de 5,6%, puxada pela diminuição dos preços, apesar de leve alta na produção.</p>
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</div>
<p>Por outro lado, o<span> </span>café arábica aparece como destaque positivo. A expectativa é de crescimento de 10,4% no VBP, impulsionado pelo aumento de 23,29% na produção, mesmo diante da previsão de queda nos preços.</p>
<p>Na pecuária, o faturamento estimado é de R$ 485,3 bilhões, o que representa redução de 2,6% em relação a 2025. A carne bovina é o único produto com perspectiva de alta, com avanço de 7,6% no VBP.</p>
<p>Para os demais segmentos, a tendência é de recuo. As projeções indicam queda de 19,1% no faturamento do leite, 13,3% para os ovos, 10,2% para a carne suína e 5,8% para a carne de frango, refletindo a redução dos preços recebidos pelos produtores.</p>
</div>
</div>
</article>]]></content:encoded>
<category>Mercado Agro</category>
<dc:creator>PORTAL FAZENDAWEB</dc:creator>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:17:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Exportações do agro somam US$ 169 bilhões em 2025</title>
<link>https://www.fazendaweb.com.br/noticia/exportacoes-do-agro-somam-us-169-bilhoes-em-2025</link>
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<description>Brasil reforça papel global no Dia da Agricultura</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil celebra nesta sexta-feira (20) o Dia Mundial da Agricultura consolidado como um dos principais produtores e exportadores de alimentos do mundo. O setor é responsável por abastecer o mercado interno e contribuir para a segurança alimentar global, com atuação coordenada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.</p>
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<p>Dados da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais indicam que, em 2025, o agronegócio brasileiro somou US$ 169,2 bilhões em exportações, respondendo por 48,5% das vendas externas do país. Produtos como soja, milho, açúcar, algodão e suco de laranja figuram entre os principais itens comercializados, com o Brasil ocupando posição de destaque em diversas cadeias produtivas.</p>
<p>A Secretaria de Política Agrícola projeta que a safra 2025/26 alcance 353,4 milhões de toneladas de grãos, o que representa um recorde. Segundo a pasta, o país atende cerca de 10% da população mundial, reforçando seu papel no abastecimento global. No caso do café, o Brasil mantém a liderança na produção e exportação, com cerca de 40 milhões de sacas embarcadas anualmente, volume equivalente a aproximadamente 35% do consumo mundial.</p>
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</div>
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<p>O desenvolvimento da agricultura tropical brasileira tem como base estudos conduzidos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, que contribuíram para ganhos de produtividade e competitividade no setor.</p>
<p>O Mapa destaca que atua na formulação e execução de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da produção, com foco em regulação, inovação e acesso a mercados. Entre os instrumentos estão as ações de defesa agropecuária e programas de apoio à comercialização, como a Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), além de mecanismos de financiamento, estímulo à armazenagem e equalização de preços.</p>
<p>No Plano Safra 2025/2026, foram destinados R$ 516 bilhões ao setor agropecuário. As ações também incluem incentivo a práticas sustentáveis, ampliação de mercados internacionais e oferta de crédito rural.</p>
<p>Segundo o ministério, o sistema de defesa agropecuária atua na prevenção e no controle de pragas e doenças, além da fiscalização de resíduos, garantindo a qualidade dos alimentos. As políticas coordenadas pela Secretaria de Defesa Agropecuária estabelecem padrões e monitoramento contínuo, com foco na rastreabilidade e na segurança dos produtos ao longo da cadeia produtiva.</p>]]></content:encoded>
<category>Mercado Agro</category>
<dc:creator>PORTAL FAZENDAWEB</dc:creator>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Brasil registra maior abate de bovinos da história pelo 2º ano consecutivo</title>
<link>https://www.fazendaweb.com.br/noticia/brasil-registra-maior-abate-de-bovinos-da-historia-pelo-2-ano-consecutivo</link>
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<description>Foram 42,9 milhões de cabeças abatidas em 2025; aumento foi puxado pela maior oferta de fêmeas e avanço em quase todos os estados.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo segundo ano consecutivo, o abate de bovinos no Brasil atingiu o <strong>maior nível da série histórica</strong>. Em 2025, foram abatidas <strong>42,94 milhões de cabeças</strong>, um aumento de 8,2% em relação a 2024.</p>
<p>O crescimento foi registrado em todos os trimestres do ano na comparação com os mesmos períodos do ano anterior, reforçando a trajetória de alta observada desde 2022. O resultado também supera o recorde anterior, alcançado em 2024.</p>
<p>Um dos principais fatores por trás do avanço foi o <strong>aumento no abate de fêmeas</strong>, que subiu pelo quarto ano consecutivo. Em 2025, a alta foi de 18,2% na comparação anual.</p>
<p>O aumento dos abates foi um dos fatores que segurou o aumento de preço de carne bovina ao consumidor, no ano passado.</p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Resultado por estado</strong></h4>
<p>No total, foram abatidas 3,25 milhões de cabeças a mais do que em 2024. O avanço ocorreu em 26 das 27 unidades da federação.</p>
<p>Entre os estados com maior participação na produção nacional, os maiores aumentos foram registrados em:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>São Paulo:</strong> +629,22 mil cabeças</li>
<li><strong>Pará:</strong> +472,77 mil cabeças</li>
<li><strong>Rondônia: </strong>+364,43 mil</li>
<li><strong>Goiás:</strong> +244,87 mil cabeças</li>
<li><strong>Mato Grosso:</strong> +199,21 mil cabeças</li>
<li><strong>Mato Grosso do Sul:</strong> +175,09 mil cabeças</li>
</ul>
<p>O Mato Grosso manteve a liderança no ranking nacional de abate de bovinos, com 17,1% de participação. Em seguida aparecem São Paulo (11,1%) e Goiás (9,9%).</p>
<p>No recorte do 4º trimestre de 2025, foram abatidas 11,04 milhões de cabeças. O número representa alta de 14% em relação ao mesmo período de 2024, mas queda de 2,7% frente ao 3º trimestre do próprio ano.</p>]]></content:encoded>
<category>Pecuária</category>
<dc:creator>PORTAL FAZENDAWEB</dc:creator>
<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 12:23:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Brasil projeta recorde de processamento de soja em 2026</title>
<link>https://www.fazendaweb.com.br/noticia/brasil-projeta-recorde-de-processamento-de-soja-em-2026</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.fazendaweb.com.br/noticia/brasil-projeta-recorde-de-processamento-de-soja-em-2026</guid>
<description>Abiove eleva estimativa para 61,5 milhões de toneladas, impulsionada por safra robusta e maior demanda por derivados</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p><span>A  Abiove (</span><span class="whitespace-normal">Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais)</span><span> revisou suas estimativas para o complexo soja e reforçou a expectativa de um marco histórico para o setor em 2026</span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">. De acordo com o novo balanço, o Brasil caminha para atingir um recorde no processamento interno, impulsionado tanto pela força da safra quanto pela crescente demanda por derivados.</strong></p>
<p data-start="428" data-end="728" class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">A projeção atualizada indica que o<span> </span>esmagamento de soja<span> </span>deve alcançar<span> </span><strong data-start="497" data-end="534" class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">61,5 milhões de toneladas em 2026</strong>, uma leve alta de 0,8% em relação ao levantamento anterior.</p>
<p data-start="428" data-end="728" class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">O avanço evidencia a capacidade da indústria nacional de absorver volumes cada vez maiores e gerar produtos com maior valor agregado.</p>
<p data-start="730" data-end="1057" class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Com isso, a produção de derivados também segue em alta. A estimativa é de<span> </span><strong data-start="804" data-end="851" class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">47,4 milhões de toneladas de farelo de soja</strong><span> </span>e<span> </span><strong data-start="854" data-end="900" class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">12,35 milhões de toneladas de<span> </span>óleo de soja</strong>, consolidando o papel estratégico do Brasil não apenas como exportador de grão, mas também como fornecedor de insumos essenciais para alimentação e energia.</p>
<p data-start="730" data-end="1057" class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Maturidade do complexo soja</strong></p>
<p data-start="1059" data-end="1404" class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Para<span> </span><span class="whitespace-normal">Daniel Furlan Amaral</span>, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da entidade, os números refletem a maturidade do setor. Segundo ele, o ajuste positivo nas projeções demonstra que a indústria está preparada para transformar a safra recorde em proteína e bioenergia, fortalecendo a segurança alimentar e energética do país.</p>
<p data-start="1406" data-end="1805" class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">No comércio exterior, o protagonismo brasileiro permanece sólido. A<span> </span><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/exportacao-de-soja-do-brasil-fechou-2025-em-recorde-diz-cargonave/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="text-red-600 underline hover:text-red-500 font-medium break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">exportação de soja em grão</a><span> </span>está projetada em<span> </span><strong data-start="1519" data-end="1549" class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">111,5 milhões de toneladas</strong>, mantendo o país na liderança global.</p>
<p data-start="1406" data-end="1805" class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Já no segmento de derivados, as vendas externas devem atingir<span> </span><strong data-start="1650" data-end="1689" class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">24,6 milhões de toneladas de farelo</strong>, enquanto o óleo de soja apresenta crescimento estimado de 3,4%, chegando a<span> </span><strong data-start="1766" data-end="1804" class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">1,5 milhão de toneladas exportadas</strong>.</p>
<p data-start="1807" data-end="2163" class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Os dados mais recentes reforçam esse cenário positivo. Em janeiro de 2026, o processamento somou<span> </span><strong data-start="1904" data-end="1934" class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">3,689 milhões de toneladas</strong>,<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">um aumento de 8,9% em relação ao mesmo período do ano anterior</strong>, considerando o ajuste amostral.</p>]]></content:encoded>
<category>Mercado Agro</category>
<dc:creator>PORTAL FAZENDAWEB</dc:creator>
<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:43:00 -0300</pubDate>
</item>
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